segunda-feira, 1 de junho de 2009
Introdução
O cancro, embora seja uma doença com grande peso nos nossos dias, aparecem descrições que remontam ao ano de 1600 A.C., no Egipto.
O Cancro é uma doença que afecta milhares de pessoas por dia, devido a várias causas, entre elas, uma deficiência na divisão celular, um vírus, hábitos de risco ou um simples “erro” hereditário. O cancro é, na realidade, o aumento descontrolado de células deficientes, que deixaram de cumprir a sua missão em termos de especialização e que, se não for controlado precocemente, algumas das suas células podem acabar a circular no corpo, criando novos cancros (metástases) e tornando impossível a vitória sobre esta doença, daí a importância da sua prevenção.
COMO SE CONTRAI O CANCRO (OU CANCROS)
O cancro pode ser contraído de várias formas:
- exposição a químicos cancerígenos, como produtos resultantes do tabaco (causador de 90% dos cancros do pulmão, além de outros como o da laringe, cabeça, pescoço, estômago, bexiga, rim, esófago e pâncreas), do álcool que, ao acelerar a divisão celular, faz com que esta tenha menos tempo para a reparação por parte de enzimas do ADN, aumentando a multiplicação deste e as hipóteses de uma mutação.
- exposição a radiação de ionizadores e raios ultra violeta podem causar cancros, como o melanoma e outros tipos de cancro. Embora ainda não tenha sido provado, pensa-se que a exposição prolongada a ondas de rádio poderá estar na origem de alguns tipos de cancros.
- exposição a vírus podem estar na origem do cancro do colo do útero, hepatite B e C e a xposição a bactérias como a helicobacter pylori que podem originar o cancro gástrico.
-a estimulação hormonal excessiva, como por exemplo, a provocada por estrogéneos, pode originar o cancro do endométrio uterino.
- O HIV, provocando uma grande diminuição das defesas de ordem imunitária, cri condições propícias ao desenvolvimento de cancros.
- a hereditariedade, em que algumas mutações nos genes provocam cancros, tais como: cancro da mama e do ovário, do pulmão, do cérebro, do cólon, leucemia, entre outros.
Processo de formação do tumor maligno ou cancro
A partir da mutação de uma célula normal esta começa a crescer descontroladamente e a sua diferenciação que lhe conferia uma especialização deixa de existir.
Prevenção do cancro
São as medidas que diminuem a incidência do cancro. Podem ser acompanhadas por carcinogéneos ou alterando o seu metabolismo, perseguindo um estilo de vida e uma alimentação saudável que reduzam os factores causadores de cancro ou intervindo na detecção precoce de lesões pré-malignas.
Em Novembro de 2007, o American Institutute for Cancer Research (AICR) e o World Cancer Research Fund (WCRF), publicou um livro, Food, Nutrition, Physical Activity and the Prevenction of Cancer: a Global Perspective onde aborda a dieta, a actividade física e o cancro. Nele são indicadas 10 recomendações para que o risco de cancro seja reduzido:
-reduzir o consumo de alimentos que promovam o aumento de peso e gordura
-comer mais alimentos originais sem serem processados
-reduzir o consumo de carnes vermelhas, assim como as precessadas
-reduzir o consumo de bebidas alcoólicas
-reduzir o consumo de sal
-aumentar o consumo de leguminosas ou legumes
Meios de Diagnóstico
Os meios de diagnóstico mais vulgares são:
-testes médicos, como análises ao sangue, raios X, ecografias e endoscopias.
-a biopsia ou a cirurgia (obtenção de uma parcela de tecido) darão, ou não, a confirmação da suspeita de um cancro.
-o patologista fará o diagnóstico, indicando o seu grau, anomalias genéticas e outras features do tumor. Esta informação será muito útil para avaliar o prognóstico do paciente e escolher o melhor tratamento.
Tratamentos
O cancro pode ser tratado através de:
-cirurgia (muitas vezes em parceria com outro(s) dos tratamentos seguintes, devido ao risco de metástases que tenham emigrado para outras partes do corpo, daí a remoção e análise de nódulos linfáticos, mesmo um pouco afastados do local do tumor)
-quimioterapia (este tratamento, através da administração de químicos anti- cancerígenos destrói as células malignas e permite a reabilitação das normais que foram lesadas)
-terapia radioactiva (injures ou destrói as células na área do tumor, quer as malignas quer as sãs)
-imunoterapia (terapia, usando interferon e outros produtos, que induz o sistema imunitário do paciente a lutar contra o tumor,
-transplantação celular
-terapia hormonal, através do bloqueamento da produção de certas hormonas
-Cuidados paliativos (Controle dos sintomas com vista a salvaguardar a qualidade de vida de pacientes com cancro, reduzindo a dor, náuseas, vómitos, diarreia, hemorragias outros problemas)
Estão em estudo e fase experimental terapias revolucionárias que se baseiam na genética.
O cancro, embora seja uma doença com grande peso nos nossos dias, aparecem descrições que remontam ao ano de 1600 A.C., no Egipto.
O Cancro é uma doença que afecta milhares de pessoas por dia, devido a várias causas, entre elas, uma deficiência na divisão celular, um vírus, hábitos de risco ou um simples “erro” hereditário. O cancro é, na realidade, o aumento descontrolado de células deficientes, que deixaram de cumprir a sua missão em termos de especialização e que, se não for controlado precocemente, algumas das suas células podem acabar a circular no corpo, criando novos cancros (metástases) e tornando impossível a vitória sobre esta doença, daí a importância da sua prevenção.
COMO SE CONTRAI O CANCRO (OU CANCROS)
O cancro pode ser contraído de várias formas:
- exposição a químicos cancerígenos, como produtos resultantes do tabaco (causador de 90% dos cancros do pulmão, além de outros como o da laringe, cabeça, pescoço, estômago, bexiga, rim, esófago e pâncreas), do álcool que, ao acelerar a divisão celular, faz com que esta tenha menos tempo para a reparação por parte de enzimas do ADN, aumentando a multiplicação deste e as hipóteses de uma mutação.
- exposição a radiação de ionizadores e raios ultra violeta podem causar cancros, como o melanoma e outros tipos de cancro. Embora ainda não tenha sido provado, pensa-se que a exposição prolongada a ondas de rádio poderá estar na origem de alguns tipos de cancros.
- exposição a vírus podem estar na origem do cancro do colo do útero, hepatite B e C e a xposição a bactérias como a helicobacter pylori que podem originar o cancro gástrico.
-a estimulação hormonal excessiva, como por exemplo, a provocada por estrogéneos, pode originar o cancro do endométrio uterino.
- O HIV, provocando uma grande diminuição das defesas de ordem imunitária, cri condições propícias ao desenvolvimento de cancros.
- a hereditariedade, em que algumas mutações nos genes provocam cancros, tais como: cancro da mama e do ovário, do pulmão, do cérebro, do cólon, leucemia, entre outros.
Processo de formação do tumor maligno ou cancro
A partir da mutação de uma célula normal esta começa a crescer descontroladamente e a sua diferenciação que lhe conferia uma especialização deixa de existir.
Prevenção do cancro
São as medidas que diminuem a incidência do cancro. Podem ser acompanhadas por carcinogéneos ou alterando o seu metabolismo, perseguindo um estilo de vida e uma alimentação saudável que reduzam os factores causadores de cancro ou intervindo na detecção precoce de lesões pré-malignas.
Em Novembro de 2007, o American Institutute for Cancer Research (AICR) e o World Cancer Research Fund (WCRF), publicou um livro, Food, Nutrition, Physical Activity and the Prevenction of Cancer: a Global Perspective onde aborda a dieta, a actividade física e o cancro. Nele são indicadas 10 recomendações para que o risco de cancro seja reduzido:
-reduzir o consumo de alimentos que promovam o aumento de peso e gordura
-comer mais alimentos originais sem serem processados
-reduzir o consumo de carnes vermelhas, assim como as precessadas
-reduzir o consumo de bebidas alcoólicas
-reduzir o consumo de sal
-aumentar o consumo de leguminosas ou legumes
Meios de Diagnóstico
Os meios de diagnóstico mais vulgares são:
-testes médicos, como análises ao sangue, raios X, ecografias e endoscopias.
-a biopsia ou a cirurgia (obtenção de uma parcela de tecido) darão, ou não, a confirmação da suspeita de um cancro.
-o patologista fará o diagnóstico, indicando o seu grau, anomalias genéticas e outras features do tumor. Esta informação será muito útil para avaliar o prognóstico do paciente e escolher o melhor tratamento.
Tratamentos
O cancro pode ser tratado através de:
-cirurgia (muitas vezes em parceria com outro(s) dos tratamentos seguintes, devido ao risco de metástases que tenham emigrado para outras partes do corpo, daí a remoção e análise de nódulos linfáticos, mesmo um pouco afastados do local do tumor)
-quimioterapia (este tratamento, através da administração de químicos anti- cancerígenos destrói as células malignas e permite a reabilitação das normais que foram lesadas)
-terapia radioactiva (injures ou destrói as células na área do tumor, quer as malignas quer as sãs)
-imunoterapia (terapia, usando interferon e outros produtos, que induz o sistema imunitário do paciente a lutar contra o tumor,
-transplantação celular
-terapia hormonal, através do bloqueamento da produção de certas hormonas
-Cuidados paliativos (Controle dos sintomas com vista a salvaguardar a qualidade de vida de pacientes com cancro, reduzindo a dor, náuseas, vómitos, diarreia, hemorragias outros problemas)
Estão em estudo e fase experimental terapias revolucionárias que se baseiam na genética.
terça-feira, 24 de março de 2009

Aparelho Digestivo:
Existem 4 funções no aparelho digestivo: A Ingestão (meter comida na boca), Digestão (é o conjunto de processos que transforma as macromoléculas, comida, em micromoléculas, nutrientes básicos, entrando aqui as enzimas), a Absorção (em que absorvemos o resultado do processo anterior) e a Defecação (expulsamos as toxinas e o que não digerimos através das fezes).
As enzimas são substâncias que são criadas em órgãos (ver abaixo) que actuam em nutrientes, denominados Substratos. Estas actuam no modelo “Fechadura”, visto que, para um substrato, existe apenas um tipo de enzima, fazendo com que as macromoléculas vão-se dividindo até serem micromoléculas.
Morfologia e Fisiologia:
Boca: É um orifício na parte central anterior da cabeça. É limitada lateralmente pelas bochechas, superiormente pela abobada palatina, inferiormente pela língua, e posteriormente pelo véu do paladar. A enzima que tem é a amílase salivar, que actua na no amido, transformando-o em maltose, e actua na boca até ao fim do esófago.
Faringe: Orifício revestido por músculos, limitado superiormente pela boca e inferiormente pelo esófago. É aqui que se situa a epiglote, uma membrana que faz a transição do Bolo alimentar e o ar para os aparelhos Respiratório e Digestivo.
Esófago: É um tubo, localiza-se na cavidade (ou caixa) Torácica, limitado anteriormente pela traqueia, superiormente pela laringe, e inferiormente pelo estômago.
Estômago: Localiza-se na cavidade abdominal, parte superior. Está ligeiramente inclinado para o lado direito, e é limitado inferiormente pelo intestino delgado e superiormente pelo esófago. É um saco (com capacidade de 1,5l), que quando está cheio, tem a forma de um J. É constituído por músculos e mucosa. As paredes também contem glândulas gástricas que criam o suco gástrico. Este tem digestão física (movimentos peristálticos de 20 em 20s) e digestão química: pepsina (proteína, polipeptideo), lipase gástrica (lipidos em glicose e três ácidos gordos).
Esfíncter: musculo que bloqueia os orifícios.
Intestino delgado: é um tubo com cerca de 7,5 metros de comprimento e com 2,5 centímetros de grossura. Contem válvulas coniventes que fazem com que haja mais superfície de digestão. Localiza-se na parte inferior da cavidade abdominal e está limitada superiormente pelo estômago e intestino grosso. Está dividido em duas partes, duodeno e jejuno-íleo. Tem digestão física e química: erepsina (dipeptideos aminoácidos, maltases (maltose a duas glicose), sacarase (sacarose a glicose+levelose) e lactase (lactose a glicose+galactose).
Vilosidades intestinais: localizam-se por cima das válvulas coniventes no intestino delgado. Tem forma de dedo e é constituído por um canal linfático, veias e artérias. Estas servem para absorver as micromoléculas.
Intestino grosso: localiza-se na cavidade abdominal na parte inferior e é limitado superiormente pelo intestino delgado e inferiormente pelo recto e mede aproximadamente 1,5 metros. É formado por quatro porções denominadas por cólon: ascendente, transversal, descendente e sigmoide e é musculado.
Recto: localiza-se na parte posterior e inferior da cavidade abdominal limitado superiormente pelo intestino grosso e inferiormente pelo ânus.
Ânus: é um orifício revestido por dois esfíncteres anais. Localiza-se na cavidade abdominal posterior e inferior e é limitado superiormente pelo recto, fazendo a ligação com o exterior.
Órgãos anexos
Língua: localiza-se na boca. A língua empurra os alimentos para trás, originando a deglutição. È constituído por muitos vasos sanguíneos, muitos nervos e por papilas gustativas que detectam quatro tipos de gosto, salgado, doce, amargo e acido.
Glândulas salivares: são três pares, e localizam-se por cima do maxilar superior (parótidas), debaixo da língua (sub-linguas) e por baixo do maxilar inferior (sub-maxilar). São constituídas e segregam saliva.
Dente: o dente é como um osso e é poroso. A estrutura do dente chama-se dentina ou marfim, o tutano chama-se popa dentária e tem vários vasos sanguíneos ligados à popa. È possível sentir dores nos ouvidos ou noutros dentes, visto que todos os dentes estão ligados ao mesmo nervo. A placa mais dura do corpo humano é o esmalte dentário. Há quatro tipos de dentes, os caninos para rasgar (4), os incisivos para cortar (8), os pré-molares para triturar (8) e os molares (8).
Pâncreas: tem forma de folha, com cerca de 16 cms. Localiza-se na cavidade abdominal, entalado entre o estômago, cólon transversal e duodeno. Ele controla a quantidade de açúcares através da insulina e produz o suco pancreático, que contém as enzimas: Amílase pancreática (amido em maltose), lipáse pancreática (lípidos em ácidos gordos + álcool), tripsina (polipéptideos em dipeptídeos).
Enzimas
As enzimas são substâncias que são criadas em órgãos (ver abaixo) que actuam em nutrientes, denominados Substratos. Estas actuam no modelo “Fechadura”, visto que, para um substrato, existe apenas um tipo de enzima, fazendo com que as macromoléculas vão-se dividindo até serem micromoléculas.
Morfologia e Fisiologia:
Boca: É um orifício na parte central anterior da cabeça. É limitada lateralmente pelas bochechas, superiormente pela abobada palatina, inferiormente pela língua, e posteriormente pelo véu do paladar. A enzima que tem é a amílase salivar, que actua na no amido, transformando-o em maltose, e actua na boca até ao fim do esófago.
Faringe: Orifício revestido por músculos, limitado superiormente pela boca e inferiormente pelo esófago. É aqui que se situa a epiglote, uma membrana que faz a transição do Bolo alimentar e o ar para os aparelhos Respiratório e Digestivo.
Esófago: É um tubo, localiza-se na cavidade (ou caixa) Torácica, limitado anteriormente pela traqueia, superiormente pela laringe, e inferiormente pelo estômago.
Estômago: Localiza-se na cavidade abdominal, parte superior. Está ligeiramente inclinado para o lado direito, e é limitado inferiormente pelo intestino delgado e superiormente pelo esófago. É um saco (com capacidade de 1,5l), que quando está cheio, tem a forma de um J. É constituído por músculos e mucosa. As paredes também contem glândulas gástricas que criam o suco gástrico. Este tem digestão física (movimentos peristálticos de 20 em 20s) e digestão química: pepsina (proteína, polipeptideo), lipase gástrica (lipidos em glicose e três ácidos gordos).
Esfíncter: musculo que bloqueia os orifícios.
Intestino delgado: é um tubo com cerca de 7,5 metros de comprimento e com 2,5 centímetros de grossura. Contem válvulas coniventes que fazem com que haja mais superfície de digestão. Localiza-se na parte inferior da cavidade abdominal e está limitada superiormente pelo estômago e intestino grosso. Está dividido em duas partes, duodeno e jejuno-íleo. Tem digestão física e química: erepsina (dipeptideos aminoácidos, maltases (maltose a duas glicose), sacarase (sacarose a glicose+levelose) e lactase (lactose a glicose+galactose).
Vilosidades intestinais: localizam-se por cima das válvulas coniventes no intestino delgado. Tem forma de dedo e é constituído por um canal linfático, veias e artérias. Estas servem para absorver as micromoléculas.
Intestino grosso: localiza-se na cavidade abdominal na parte inferior e é limitado superiormente pelo intestino delgado e inferiormente pelo recto e mede aproximadamente 1,5 metros. É formado por quatro porções denominadas por cólon: ascendente, transversal, descendente e sigmoide e é musculado.
Recto: localiza-se na parte posterior e inferior da cavidade abdominal limitado superiormente pelo intestino grosso e inferiormente pelo ânus.
Ânus: é um orifício revestido por dois esfíncteres anais. Localiza-se na cavidade abdominal posterior e inferior e é limitado superiormente pelo recto, fazendo a ligação com o exterior.
Órgãos anexos
Língua: localiza-se na boca. A língua empurra os alimentos para trás, originando a deglutição. È constituído por muitos vasos sanguíneos, muitos nervos e por papilas gustativas que detectam quatro tipos de gosto, salgado, doce, amargo e acido.
Glândulas salivares: são três pares, e localizam-se por cima do maxilar superior (parótidas), debaixo da língua (sub-linguas) e por baixo do maxilar inferior (sub-maxilar). São constituídas e segregam saliva.
Dente: o dente é como um osso e é poroso. A estrutura do dente chama-se dentina ou marfim, o tutano chama-se popa dentária e tem vários vasos sanguíneos ligados à popa. È possível sentir dores nos ouvidos ou noutros dentes, visto que todos os dentes estão ligados ao mesmo nervo. A placa mais dura do corpo humano é o esmalte dentário. Há quatro tipos de dentes, os caninos para rasgar (4), os incisivos para cortar (8), os pré-molares para triturar (8) e os molares (8).
Fígado: é o órgão mais pesado do corpo humano e pesa 1,5 kg. Localiza-se na cavidade abdominal, parte superior junto ao estômago. Ele produz a bílis, um liquido que tem a função de separar os lipidos em porções mais pequenas. Esta é guardada na vesícula biliar. O fígado está ligado ao duodeno. A bílis trabalha assim: Fígado, Canal Hepático, Canal Cístico, Vesícula Biliar (é armazenada), Cístico, Coléduro, Duodeno (activa-se).
Pâncreas: tem forma de folha, com cerca de 16 cms. Localiza-se na cavidade abdominal, entalado entre o estômago, cólon transversal e duodeno. Ele controla a quantidade de açúcares através da insulina e produz o suco pancreático, que contém as enzimas: Amílase pancreática (amido em maltose), lipáse pancreática (lípidos em ácidos gordos + álcool), tripsina (polipéptideos em dipeptídeos).
Aparelho respiratório:
Fossas Nasais: São 2 orifícios situados na base do nariz, cobertos de mucosa e de perpetuaria (pelos que humedecem o ar).
Faringe: Orifício que onde se situa a epiglote, que separa o aparelho Respiratório do Digestivo
Laringe: Órgão onde se situam as cordas vocais (que, quando vibram por causa do ar, cria som)
Traqueia: É um tubo com cerca de 12 cm de comprimento, e 1,5 m de diâmetro. Localiza-se na parte central da cavidade Torácica, e anterior ao esófago. É constituído por músculos com cílios e anéis cartilagíneos, sendo estes incompletos (para deixarem passar o Bolo Alimentar no Esófago, sendo completos nos Brônquios.
Brônquios: São Bifurcações da Traqueia, com menor diâmetro e comprimento. Tal como a Traqueia, estes são constituídos por músculos com cílios e anéis cartilagíneos, mas desta vez, completos
Bronquíolos: Ramificações dos Brônquios, dentro dos pulmões, ligados a alvéolos pulmonares.
Alvéolos Pulmonares: São pequenos sacos ligados aos bronquíolos, onde ocorre a hematose pulmonar (troca de oxigénio pelo Dióxido de Carbono).
Fossas Nasais: São 2 orifícios situados na base do nariz, cobertos de mucosa e de perpetuaria (pelos que humedecem o ar).
Faringe: Orifício que onde se situa a epiglote, que separa o aparelho Respiratório do Digestivo
Laringe: Órgão onde se situam as cordas vocais (que, quando vibram por causa do ar, cria som)
Traqueia: É um tubo com cerca de 12 cm de comprimento, e 1,5 m de diâmetro. Localiza-se na parte central da cavidade Torácica, e anterior ao esófago. É constituído por músculos com cílios e anéis cartilagíneos, sendo estes incompletos (para deixarem passar o Bolo Alimentar no Esófago, sendo completos nos Brônquios.
Brônquios: São Bifurcações da Traqueia, com menor diâmetro e comprimento. Tal como a Traqueia, estes são constituídos por músculos com cílios e anéis cartilagíneos, mas desta vez, completos
Bronquíolos: Ramificações dos Brônquios, dentro dos pulmões, ligados a alvéolos pulmonares.
Alvéolos Pulmonares: São pequenos sacos ligados aos bronquíolos, onde ocorre a hematose pulmonar (troca de oxigénio pelo Dióxido de Carbono).
O Ciclo Cardíaco (Demora, ao total, 0,8 segundos): O Ciclo cardíaco é composto por 3 fases: A Diástole Geral (Em que o coração relaxa e o sange entra nas artérias, demorando 0,4 segundos), a Sístole Geral (em que as aurículas contraem e o sangue entra nos ventrículos, demorando 0,1 segundos) e a Sístole Ventricular (em que o sangue é bombeado para o resto do corpo, demorando 0,3 segundos).
Circulações:
Existe a Grande circulação (Ou Sistemática) que é: Aurícula Esquerda, Mitral, Ventrículo Esq., semi-lunar Aórtica, Artéria Aorta, Arteriólas, Capilares (aqui dá-se a respiração celular, trocando o O2 que vem desde o inicio no sangue por CO2), Capilares, Vénulas, Veias, Veias Cava Inferior, Aurícula Direita.
A 2ª é a circulação pulmonar, e é a que faz com que entre O2 no coração (a 1ª começa com O2, e acaba com CO2):
Tricúspide, Ventrículo dir., Semi-lunar Pulmonar, Artéria Pulmonar, Arteriólas, Capilares, Alvéolos Pulmonares (aqui dá-se a Hematose Pulmonar, em que o CO2 é expulso do corpo, e a Carbo-hemoglobina passa Oxihemoglobina), Capilares, Vénulas, Veias Pulmonares, Aurícula Esq.
E Assim volta ao início.
Outro Peço Desculpa pela forma como está -_-
Existe a Grande circulação (Ou Sistemática) que é: Aurícula Esquerda, Mitral, Ventrículo Esq., semi-lunar Aórtica, Artéria Aorta, Arteriólas, Capilares (aqui dá-se a respiração celular, trocando o O2 que vem desde o inicio no sangue por CO2), Capilares, Vénulas, Veias, Veias Cava Inferior, Aurícula Direita.
A 2ª é a circulação pulmonar, e é a que faz com que entre O2 no coração (a 1ª começa com O2, e acaba com CO2):
Tricúspide, Ventrículo dir., Semi-lunar Pulmonar, Artéria Pulmonar, Arteriólas, Capilares, Alvéolos Pulmonares (aqui dá-se a Hematose Pulmonar, em que o CO2 é expulso do corpo, e a Carbo-hemoglobina passa Oxihemoglobina), Capilares, Vénulas, Veias Pulmonares, Aurícula Esq.
E Assim volta ao início.
Outro Peço Desculpa pela forma como está -_-
Vasos Sanguíneos:
Os vasos sanguíneos podem ser divididos em 3 tipos: As Artérias (levam sangue do coração ao resto do corpo, e são os vasos sanguíneos com maior pressão, e as suas ramificações chamam-se arteriólas), As Veias (levam sangue do corpo ao coração, e são mais finas do que as artérias, e as suas ramificações chamam-se de Vénulas) e os Capilares (pequenos Vasos em que só cabem uma hemácia por vez, ligam-se às células de modo a dar-se a respiração celular).
Os vasos sanguíneos podem ser divididos em 3 tipos: As Artérias (levam sangue do coração ao resto do corpo, e são os vasos sanguíneos com maior pressão, e as suas ramificações chamam-se arteriólas), As Veias (levam sangue do corpo ao coração, e são mais finas do que as artérias, e as suas ramificações chamam-se de Vénulas) e os Capilares (pequenos Vasos em que só cabem uma hemácia por vez, ligam-se às células de modo a dar-se a respiração celular).
Subscrever:
Mensagens (Atom)